04/08/2010

Sessão "Dazantigas Nostálgica" | Concentração do Bloco Sala da Justiça | 2008

Um dos Blocos mais tradicionais do carnaval olindense, "Enquanto isso na Sala da Justiça", em sua concentração no Alto da Sé | Olinda-PE 02/02/08.

reportagem Mylene Manso | câmera e edição Luiz Bernardo Barreto | cULTURA dE aNDADA produções | VOX Assessoria de Comunicação

30/07/2010

Sessão "Dazantigas Nostálgica" | banda cabeçATIVA

Então pessoal, essa é uma sessão de trabalhos em vídeo (também em fotos, provavelmente) que, sem pressa e ao longo do tempo, vou postar alguns trabalhos antigos. E pra começar com chave de ouro, cabeçATIVA, uma das melhores e pouco conhecida banda olindense, que fez mais sucesso entre os amigos-irmãos que naquela terra habitam. Se divirtam e esperem que vem muito mais por ai!

câmera e edição | Luiz Bernardo Barreto

cULTURA
dE aNDADA
produções




Violão e voz | Lucas Caveira
Violão elétrico | Jobeni
Contra-baixo | Raphael Peida
Bateria | Paulinho

... intruso | Angelo Rygaard

Bairro do Carmo | Olinda-PE
27/09/07

22/07/2010

Informe cultural

foto e arte por Luiz Bernardo Barreto

cULTURA
dE aNDADA
produções

17/07/2010

Sonda Som 09/07/10 | ChãoCéu

Fotos e Vídeos por Luiz Bernardo Barreto

cULTURA
dE aNDADA
produções
































































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Ensaio Geral no Bar do Burburinho:





16/07/2010

SONDA SOM 09/07/10 | Wado




Fotos e Vídeo por Luiz Bernardo Barreto

cULTURA
dE aNDADA
produções






(participação de Zé Cafofinho)

21/06/2010

A Concepção de Denys Cuche na diferenciação teórica entre Cultura e Identidade Cultural

Texto por Luiz Bernardo Barreto


Em sua reflexão, Denys Cuche tenta destrinchar o significado do que seria a chamada "moda" das identidades. Para o autor, as crises culturais são sinônimos de crise de identidade, que resultam, por exemplo, no enfraquecimento do modelo de Estado-Nação, da integração de cunho político e da globalização da prática econômica.

A sociedade multicultural nasce numa concepção de diferença ideológica, somente concebida a partir dos anos setenta, que faz nascer a individualização e a diversidade no ideário cultural do indivíduo, ou da sociedade. A noção de cultura é diferenciada da noção de identidade cultural. A cultura pode existir sem uma estrutura de identidade. Ou seja, ela depende, em maior parte, de um processo inconsciente. Já nascemos em determinada cultura. Nos é imposta por via natural. Já a identidade cultural nos vincula aos nossos anseios existenciais, onde a prática do conhecimento e da vida determina nossa estrutura identitária. A identidade cultural é um componente da identidade social, que se articula com a classe sexual do individuo, sua classe de idade, sua classe social. Enfim, seu sistema social.

Dessa forma então, segundo Cuche, entendemos que a identidade, antes de qualquer coisa, serve para que nos localizemos como individuo, e localizemos pessoas ou grupos simbólicos ao nosso padrão. Mas devemos apontar a afirmativa do autor, onde diz que a identidade social é inclusão e exclusão. Da mesma forma que ela atrai, ela segrega. Nessa concepção, a perspectiva que se tem, é que a identidade cultural se apresenta como uma modalidade categórica da distinção entre as práticas culturais, que se baseia, nada mais, que nas diferenças culturais.

"Em uma abordagem culturalista (...) o individuo é levado a interiorizar os modelos culturais que lhe são impostos, até o ponto de se identificar com seu grupo de origem". Na teoria primordialista, defende-se que a identidade etno-cultural é primordial porque a vinculação ao grupo é a primeira e a mais fundamental de todas as ligações da sociedade. O autor cita que para os objetivistas, determinado grupo só pode reivindicar sua autenticidade na construção de sua identidade cultural, se esse for dotado de língua e cultura própria, e fenótipo próprio. Porém, ele também cita a posição dos mais subjetivistas, que afirmam que encarar o fenômeno dessa forma, é como se parasse no tempo, sendo esse fenômeno algo estático, sem dinamismo, sempre central e, por imposição, global. Seria uma coletividade invariável e, por vezes, imutável.

Denys Cuche assegura que o mais viável é fazer uma abstração relacional do significado e conceito de cultura, uma vez que tomando partida do objetivismo, ou, por contrário, o subjetivismo cultural, cairíamos no impasse. O contexto da relação entre as teorias nos daria uma explicação sobre a afirmação ou não da identidade. "A construção da identidade se faz no interior de contextos sociais que determinam a posição dos agentes, e por isso mesmo orientam suas representações e suas escolhas". O autor vem por dizer que a identidade se constrói e se reconstrói de forma constante no interior de trocas sociais.

Dependendo da situação de relação, a auto-identidade pode ter maior ou menor legitimação diante da hetero-identidade. Como nem todos os grupos têm o poder de identificação, a identidade é o que está no cerne das batalhas sociais. Porém, o cientista deve explicar os processos de identificação sem julgá-los. Cabe dizer que o autor enaltece que a ideologia nacionalista é uma forma de exclusão das diferenças culturais, pois sua lógica se mostra radical e de purificação étnica.

Há uma flexibilidade na concepção de identidade em Estado-Nação mais novos, de forma que deixam espaço para a novidade e inovação social. Em tais casos, a fusão e cisão étnica comportam-se de uma forma a não fazer agir conflitos mais extremos. A maior identificação com a coletividade, vai nascer da necessidade de solidariedade, que virá em busca do reconhecimento social. O indivíduo que faz parte de mais de uma cultura, constrói sua própria identidade fabricando uma síntese inédita a partir desse novo olhar. Isso resulta num sincretismo cultural, não numa duplicidade, já que se adiciona mais uma concepção de determinada identidade, e não a substitui.

Quando a identidade se encaixa no padrão das lutas sociais de classificação perante determinado grupo de indivíduos, buscando a auto-afirmação, entra em voga o conceito de "estratégia de identidade", sendo esta vista como um meio para garantir e atingir um objetivo. Dessa forma, o conceito de identidade passa do absolutismo para o relativismo, ou seja, ela se comporta de acordo com a demanda de seu objetivo. Isso porque ela busca a reprodução ou reviravolta das relações de dominação que a circunda. Os atores sociais que dão a direção de sua própria imagem identitária, com o objetivo de usá-la de tal forma para atingir seu objetivo. Mas essa estratégia não é sinônima de liberdade total na escolha do seu padrão identitário, pois tais estratégias "levam em conta a situação social, a relação de força entre os grupos, as manobras dos outros etc".

De forma emblemática ou estigmatizada, a identidade pode servir de instrumento nas relações entre os grupos sociais. É a vontade, simples sentimento humano, que é determinante na separação, na "fronteira", de se diferenciar e de se fazer uso de traços culturais, como apontadores em uma identidade específica. Denys Cuche foi feliz em seus argumentos quando citou a análise de Barth, onde explicita que "a identidade etno-cultural usa a cultura, mas raramente toda a cultura". Isso nos faz pensar que, podemos sim nos introduzir em culturas diferentes e estranhas à nossa, porém nunca deixaremos nossa cultura, aquela arraigada de nossos costumes e crenças, ser atropelada por uma cultura vivenciada em instantes.

15/06/2010

II ANIMAGE - Festival de cinema de animação de Pernambuco - 2010

Fotos e vídeo por Luiz Bernardo Barreto

Realização rEc bEat produções artísticas

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a serviço da VOX assessoria de comunicação





10/06/2010

Julian Marley em Pernambuco

Recife Reggae Festival - Centro de Convenções de Pernambuco
Olinda, 28/05/10

Câmera e Edição por Luiz Bernardo Barreto

Agradecimentos à VOX Assessoria de Comunicação

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25/05/2010

DOCUMENTÁRIO: Afoxé - Relatos da Resistência Jovem em Pernambuco

Produção por Luiz Bernardo Barreto

Vídeo Etnográfico produzido na UFRPE (Universidade Federal Rural de Pernambuco)

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Marcelo D2 na Feira Música Brasil

Câmera e Edição por Luiz Bernardo Barreto

Show filmado em Recife-PE / Marco Zero / 2009

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Cidadão Instigado na Feira Música Brasil

Câmera e Edição por Luiz Bernardo Barreto

Show filmado em Recife-PE / Marco Zero / 2009

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20/05/2010

Geraldo Maia na Casa de Seu Jorge

Casa de Seu Jorge - Bistrô da Música

Câmera e Edição por Luiz Bernardo Barreto

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16/05/2010

Alessandra Leão na Casa de Seu Jorge

Show de Alessandra Leão, com Caçapa e Hugo Vianna.

Casa de Seu Jorge Bistrô da Música

Câmera e Edição por Luiz Bernardo Barreto

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20/04/2010

Cobertura em vídeo do Abril Pro Rock 2010 - Oi FM Recife 97,1

Câmera e Edição: Luiz Bernardo Barreto
Reportagem: Júlio Reis
Pauta e Produção: Lívia Neves

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